Medidas em debate na Sessão Distrital/Regional do Círculo Eleitoral da Guarda


N.º Escola Medidas
1 Agrupamento de Escolas de Pinhel
  1. Criar um hub tecnológico em Portugal que conte com infraestruturas modernas, espaços de coworking e laboratórios de inovação, em parceria com universidades e empresas internacionais especializado em energias renováveis, IA e cibersegurança.
  2. Criação de um Programa Nacional Inovador que remunere jovens por contribuírem com projetos tecnológicos e digitais de impacto social.
  3. Promoção de Espaços Sociais Integrados, a cargo das autarquias, com o intuito de reforçar a interação social entre diferentes faixas etárias, recorrendo às tecnologias.
2 Agrupamento de Escolas de Trancoso
  1. Dar continuidade ao apoio tecnológico de qualquer estudante, independentemente do nível ou grau de ensino, de forma equitativa e acessível.
  2. Desenvolver uma literacia humanística fundamentada no PASEO para formar cidadãos críticos e responsáveis, promovendo um equilíbrio com a literacia digital para o mundo do trabalho.
  3. Implementar dispositivos comandados por voz, baseados em inteligência artificial (IA), para facilitar a comunicação entre jovens e idosos de forma eficiente e inclusiva.
3 Agrupamento de Escolas de Celorico da Beira
  1. 1Promover a inserção nos currículos escolares de matérias respeitantes a novas áreas do saber, essenciais para a formação cívica e profissional, nomeadamente a Inteligência Artificial.
  2. A implementação de programas nas escolas e comunidades que ensinem os jovens a utilizar as tecnologias, de uma forma responsável, focando-se em áreas como a segurança online, proteção de dados, privacidade, combate à desinformação e a cyberbullyi
  3. Oferecer formações regulares para os docentes que centrem a sua atuação em como utilizar as novas tecnologias educacionais.
4 Agrupamento de Escolas de Seia
  1. Criação de uma plataforma nacional de apoio aos alunos, onde possam estudar, conversar e esclarecer dúvidas, promovendo as interações interpessoais e o combate às desigualdades no acesso a ferramentas de auxílio ao estudo.
  2. Criação um programa de formação em competências digitais / tecnológicas, do 1º ao 12º anos, com conteúdos adaptados a cada idade, promovendo o uso eficaz, seguro, saudável, responsável e ético das tecnologias, combatendo as ameaças da desinformação.
  3. Facilitar o acesso a programas de incubação/aceleração de startups, permitindo que jovens com ideias inovadoras possam receber formação, financiamento inicial e orientação especializada, preparando-os para os desafios do mundo digital e empresarial.
5 Agrupamento de Escolas Padre José Augusto da Fonseca, Aguiar da Beira
  1. Sessões de formação para o uso de equipamento eletrónico de nova geração nas escolas, para alunos e professores em conjunto, de modo a promover o interesse dos alunos nas aulas.
  2. Inclusão da Inteligência Artificial (IA) na disciplina de Cidadania e Desenvolvimento ou criação de uma disciplina opcional no 12⁰ ano destinada a abordar, de forma abrangente, o tema.
  3. Ampliação e modernização do uso de tecnologias nas escolas para assegurar que todas as instituições de ensino estejam devidamente equipadas com recursos tecnológicos atualizados.
6 Escola Básica e Secundária Dr. José Casimiro Matias, Almeida
  1. Criação de um Programa Nacional de Educação Digital- Implementar nas escolas workshops regulares sobre segurança online, privacidade digital e combate à desinformação.
  2. Regulamentação para Equilibrar Tecnologia e Saúde Mental- Criar campanhas educativas que promovam o uso consciente da tecnologia e incentivem períodos de desconexão em escolas .
  3. Parcerias com Empresas Tecnológicas para Formação e Estágios- Estabelecer programas de parceria entre escolas, empresas de tecnologia, universidades e politécnicos, oferecendo aos jovens formações práticas e estágios curriculares.
7 Escola Secundária de Gouveia
  1. Criação de uma plataforma que permita a tradução dos conteúdos educativos aos alunos de língua não materna em tempo real, facilitando o processo de aprendizagem e a inclusão.
  2. Criação de ferramentas de autoconhecimento que ajudem os alunos a compreender melhor os seus interesses, valores, habilidades e emoções, ajudando a identificar pontos fortes, áreas de melhoria e objetivos no futuro profissional.
  3. Informatização das eleições, de forma a reduzir o absentismo eleitoral e a aumentar a transparência e a rapidez dos processos democráticos.
8 Instituto de Gouveia - Escola Profissional - Lda
  1. 1. Que se reforce o ensino, desde o 1.º Ciclo, das Tecnologias da Informação e Comunicação;
  2. 2. Que se aposte, desde o 1.º Ciclo, no desenvolvimento de competências que possibilitem uma autonomia capaz de se perfilar como consciência crítica da eventual desumanização subjacente à artificialidade;
  3. 3. Que o estudo das várias teorias da comunicação e das relações humanas seja reforçado nos planos curriculares em todos os graus de ensino.
9 Agrupamento de Escolas da Sé, Guarda
  1. Utilizar as novas tecnologias para identificar e prevenir problemas de saúde física e mental dos jovens, relacionadas com dependências.
  2. Promover a literacia digital na comunidade escolar.
  3. Desenvolver projetos colaborativos de IA de forma ética e responsável.
10 Escola Básica e Secundária de Meda
  1. Criação de tutoriais digitais de forma a integrar melhor os alunos com necessidades específicas (dislexia, autismo... ), que através da IA adequem o ensino às suas especificidades.
  2. Assegurar / garantir acesso gratuito e ilimitado a plataformas digitais com interesse pedagógico para os alunos, preferencialmente criadas pelos serviços públicos, diminuindo a dependência de empresas privadas.
  3. Promover espaços virtuais de apoio dirigidos aos estudantes dos vários ciclos de ensino tais como salas de apoio e até laboratórios interativos, que permitam aos estudantes desenvolver projetos e divulgá-los.
11 Escola Profissional de Trancoso
  1. Criar aplicação/site com informação sobre literacia financeira, fiscal e laboral direcionado aos jovens que entram no mercado de trabalho.
  2. Desenvolver aplicação que esclareça os jovens sobre o funcionamento das politicas públicas e incentivem à sua participação na elaboração de propostas para problemas locais.
  3. Criar uma ferramenta digital que, sendo de utilização obrigatória para os serviços públicos, facilite a circulação em segurança de pessoas com deficiência.
12 Escola Básica e Secundária de Fornos de Algodres
  1. Implementação de um plano de educação tecnológica dirigida à população portuguesa, em especial aos jovens, com o intuito de fomentar a cultura e literacia tecnológica (ex. organização de feiras tecnológicas, palestras, ...)
  2. Criação de incentivo a Startups tecnológicas, para permitir um maior desenvolvimento tecnológico nacional.
  3. Desenvolvimento de uma plataforma digital de participação estudantil na qual os alunos possam sugerir ideias, votar propostas e participar ativamente na gestão escolar, com o objetivo de incentivar a cidadania digital e a participação democrática.
13 Escola Básica e Secundária Tenente Coronel Adão Carrapatoso, Vila Nova de Foz Côa
  1. Determinar regras específicas, no Regulamento Interno de cada Escola, para o uso dos telemóveis/novas tecnologias, conforme a faixa etária dos alunos.
  2. Promover ações de formação para alunos e encarregados de educação, sensibilizando-os para o uso responsável das novas tecnologias, alertando para os perigos e identificando as possibilidades/benefícios para o dia-a-dia.
  3. Proporcionar o uso regular/diário dos meios tecnológicos, em todas as escolas/disciplinas, promovendo uma a transição atempada para os exames/provas finais em formato digital.
14 Escola Secundária de Figueira de Castelo Rodrigo
  1. StartUp Jovem –" Plataforma de Apoio ao Empreendedorismo Digital"
  2. Currículo 4.0: Integrar Tecnologias para Formar Profissionais do Futuro
  3. TechVerde – Estratégia Nacional para a Sustentabilidade Tecnológica