Parlamento dos Jovens - Secundário


Edição 2018 (2018/2019)

Escola

Escola Profissional Profitecla (Deleg.)

Exposição de motivos

O aquecimento global tem uma forte relação com os fenómenos que geram a ilha de calor urbano, fenómenos estes em muito nocivos para saúde humana, com fortes impactos diretos ao nível do sistema respiratório, dermatológico, cardiovascular e nervoso. O aquecimento da cidade tem várias fontes, como a retenção de energia solar por telhados, muros, varandas, pavimentos derivados do cimento e petróleo ou motores que geram calor, alimentados na grande maioria por combustíveis fósseis. Este calor e gases afetam negativamente a nossa saúde. A temperatura das cidades é em média 2 a 5 graus superior, dependendo do seu grau de urbanização e planeamento, comparando com a área rural envolvente. Assim, com vista ao seu arrefecimento, criámos a primeira medida. Os derivados do petróleo estão presentes em praticamente todos os materiais escolares de todo o mundo. Nos processos de extração da matéria-prima, a qual é tantas vezes de difícil reciclagem, está sempre presente a produção de calor. O plástico é, neste momento, um dos principais inimigos da qualidade ambiental do planeta. Assim, com vista à redução da utilização deste material apresentamos a nossa segunda medida. A economia verde consiste na valorização das práticas ambientalmente sustentáveis de todos os cidadãos. A redução, reutilização e a reciclagem são fundamentais para diminuição de extração de petróleo e o uso eficiente dos recursos, diminuindo produção de outras fibras com elevada pegada ecológica. Muitas embalagens, ainda são deitadas para os lixos indiferenciados ou mesmo para o chão. Os cidadãos ainda olham para os resíduos, como simplesmente lixo, sem qualquer valor. Há a necessidade de mudar esta mentalidade, consolidar o valor económico dos resíduos, tornar os cidadãos enquanto fornecedores deste “bem” usufrutuários do seu valor. Os investimentos nacionais para aumentar a reciclagem não estão a ter os resultados que deviam. A conclusão é da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), no seu relatório anual sobre resíduos urbanos, que diz que as metas definidas dificilmente serão atingidas. Os portugueses estão há quatro anos seguidos a produzir mais lixo (+2% em 2017), mas o maior problema é que, invertendo uma tendência com vários anos, diminuíram os resíduos recicláveis recuperados: menos cerca de 50 mil toneladas numa descida de 9%. O relatório fala mesmo numa "significativa diminuição" destes números fruto da queda na seleção do lixo pelos portugueses, mas também pela seleção mecânica nos centros de tratamento.” Fonte: ww.TSF.pt 07 DE NOVEMBRO DE 2018 - 06:02 Ora, por forma a inverter esta situação defendemos a valorização dos resíduos.

Medida proposta 1.:

1. Criação de normativos legais que obriguem à instalação de jardins suspensos em edifícios públicos a construir e/ou a reabilitar e de criação de zonas verdes urbanas com plantação de árvores autóctones

Medida proposta 2.:

2. Criação de um Kit Escolar Ecológico para ser distribuído aos alunos, acompanhado da correspondente formação na área da Educação Ambiental

Medida proposta 3.:

3. Valorização dos Resíduos (ecoponto de segunda geração)