Parlamento dos Jovens - Secundário


Edição 2018 (2018/2019)

Escola

Escola Profissional CIOR

Exposição de motivos

As alterações climáticas têm sido identificadas como um dos grandes problemas que afeta a sociedade, o ambiente e a economia. Embora se saiba que o mundo já conheceu diversas alterações de clima, as alterações climáticas são uma realidade, já estão a acontecer e têm origem na atividade humana. Assim, se a causa é da responsabilidade de todos, porque todos produzimos, consumimos e poluímos, então na procura de soluções terá de se “Pensar globalmente, agir localmente”, pois o direito a um ambiente saudável é um direito de que todos os povos devem gozar. Deste modo, para honrar os compromissos assumidos no Acordo de Paris, Portugal enfrenta vários desafios, a começar pela necessária redução de emissões de dióxido de carbono, por isso defendemos as seguintes medidas:

Medida proposta 1.:

Incentivar a Reflorestação Portugal ocupa uma posição geográfica que o torna vulnerável às alterações climáticas, assim é fundamental repensar a floresta e a assimetria interior-litoral. As florestas têm um papel importante na absorção do carbono que é libertado na atmosfera. É necessário tornar a floresta mais adequada aos solos e clima futuros, mas também é preciso que haja pessoas para cuidar dela, daí a importância do combate à desertificação humana do interior.

Medida proposta 2.:

Uma mobilidade urbana mais amiga do ambiente É necessário evitar os veículos a combustão nas cidades. Mas para isso é essencial um sistema de transporte público que seja eficaz e acessível economicamente. É também fundamental reforçar o investimento em ciclovias, e torná-las como vias prioritárias para uma utilização diária, criar uma rede de bicicletas partilhadas e gratuitas. Além do mais, é necessário fechar ruas ao trânsito, tornando-as pedonais e apostar na valência elétrica.

Medida proposta 3.:

Uma maior aposta nas energias renováveis As energias renováveis são uma das soluções para um menor uso dos combustíveis fósseis. No entanto, neste momento, Portugal garante metade da sua produção energética a partir de fontes renováveis. Por isso, é necessário criar incentivos à sua utilização, nomeadamente à energia solar, e melhorar a legislação, como por exemplo estabelecer regras para situações em regime de condomínio.