Parlamento dos Jovens - Secundário


Edição 2018 (2018/2019)

Escola

Instituto de Ciências Educativas

Exposição de motivos

O planeta como conhecíamos há milhares de anos é diferente de como o conhecemos em pleno século XXI. Desta forma, o mundo tem sido palco de inúmeras alterações e mudanças que nem sempre foram positivas, sobretudo a nível do ambiente. Assim, fatores como a desflorestação, a emissão de gases do efeito de estufa, poluição, entre outros, estão na base dos problemas que cada vez mais afetam negativamente o nosso planeta. Nos últimos anos, a situação tem vindo a agravar-se, sendo esta temática cada vez mais preocupante. No entanto, a mensagem sobre as alterações climáticas ainda não está bem difundida nem está a ser levada com a seriedade necessária. Neste sentido, a assembleia escolar do ICE decide aprovar, na sessão do dia 22 de janeiro de 2019, as seguintes medidas, que remetem ao órgão distrital:

Medida proposta 1.:

Propomos a cooperação estreita com o desporto, em virtude da sua forte mobilização social, através do contacto e estabelecimento de uma parceria com as várias federações, nomeadamente a FPF (Federação Portuguesa de Futebol). Esta medida está em linha com o que ocorre em Inglaterra em apoio à LGBT, no combate à intolerância sexual, mas neste caso no contexto ambiental. Em termos concretos, haveria uma jornada dos diferentes campeonatos em que os jogadores usariam uma “braçadeira verde”.

Medida proposta 2.:

“Apenas um povo sábio pode mudar o seu destino!” Propomos uma mini reforma no ensino, atingindo o 1.º, 2.º e 3.º ciclos, através do desenvolvimento de atividades em relação ao ambiente e às mudanças climáticas, tais como: realizar trabalhos de grupo; promover o dia do ambiente escolar por semestre; convidar instituições ambientalistas ás escolas e promover a utilização de aplicações móveis como o “Power Quiz” nas aulas.

Medida proposta 3.:

Ao longo destes anos fomos assistindo a vários casos que prejudicaram o ambiente de forma radical, no entanto, saíram sem as devidas sanções. Deste modo, propomos a criação de um quadro legal mais punitivo e rigoroso, baseado na percentagem de poluição por metro cúbico (m3) e não tendo em conta valores previamente estabelecidos, considerando esta medida mais justa, fazendo a devida distinção quanto à dimensão das empresas.