Parlamento dos Jovens - Secundário


Edição 2018 (2018/2019)

Escola

Escola Profissional Vértice

Exposição de motivos

O aquecimento global é uma realidade inegável, estando a sua origem e consequências devidamente estudadas e comprovadas. Assim, atendendo ao definido no Acordo de Paris, celebrado entre as Partes da Convenção (ONU) que procura reforçar a implementação da Convenção, assim como fortalecer a resposta global à ameaça das alterações climáticas no contexto do desenvolvimento sustentável e dos esforços para a erradicação da pobreza, as medidas propostas pela nossa Escola visam levar à alteração de hábitos da população, garantindo alternativas claras e efetivas, como sendo o uso de transportes coletivos em detrimento dos transportes individuais. Neste mesmo sentido, e para que tal seja sustentável, aposta-se num investimento liderado pelo Estado descentralizado até aos municípios em parceria com outras instituições para que haja, em todo o país, redes de transporte menos poluentes que sirvam as populações e que, ao mesmo tempo, se aposte na competitividade nacional, neste mesmo setor, através do apoio à investigação universitária. As indústrias cuja atividade recorre a combustíveis fósseis são também responsáveis pela emissão de gases poluentes. Sabendo que as emissões industriais correspondem à maior fatia da emissão de gases de efeito estufa nos países desenvolvidos, será importante dotar este setor de métodos e ferramentas para que, não perdendo competitividade, possam continuar a contribuir para a economia nacional, ocupando um lugar de vanguarda no combate à poluição.

Medida proposta 1.:

Gratuitidade da rede de transportes coletivos para crianças, jovens até aos 25 anos e reformados.

Medida proposta 2.:

Definição de meta temporal (2029) para reconversão de todos os transportes coletivos a combustíveis fósseis para híbridos, elétricos e/ou alternativas comprovadamente menos poluentes.

Medida proposta 3.:

Apoio às indústrias que se socorrem de combustíveis fósseis, através de programas financeiros, incentivos fiscais significativos e protocolos com centros de investigação (universidades) para reconversão de produção elétrica através de alternativas menos poluentes, como sendo as energias eólica, hídrica e solar, garantindo-se níveis graduais de autossustentação.