Parlamento dos Jovens - Básico


Edição 2018 (2018/2019)

Escola

Escola Básica da Nascente do Este, Gualtar, Braga

Exposição de motivos

As nossas medidas têm como objetivo primordial contribuir para a sustentabilidade do planeta, ajudando, essencialmente, a salvar os oceanos. Logo, defendemos que é fundamental cortar o mal pela raiz, assim, devemos reduzir a produção de resíduos. A população deve ser incentivada a efetivar a redução. O lixo colocado à porta para ser recolhido, não pode exceder um peso máximo estipulado e, caso exceda, deve ser aplicada uma multa/coima. A população quando lhe mexem no bolso, reage. Tome-se como exemplo a obrigatoriedade do uso de cinto de segurança nos veículos. Este só foi efetivo quando foi aplicada multa a quem não o usasse. Se o caminho para chegar ao nosso objetivo for o da coima, façamo-lo. É também fundamental a reutilização sistemática dos produtos. Só quando já não há lugar á reutilização é que se deve reciclar o produto para dar origem a um novo. A política dos 3 R's deve ser implementada e fiscalizada a sua implementação. Esta ação diminuiria muito o plástico nos oceanos, a longo prazo poderia, até, terminar com esse flagelo. Não nos esqueçamos que grande parte dos resíduos não é reciclada e vai parar ao mar. Na linha de pensamento do que foi dito acima, há a necessidade de levar a cabo outras ações comuns e simples que contribuirão, igualmente, para salvar os oceanos, a saber: terminar com as garrafas de plástico nas escolas. As instituições escolares podem e devem ser mais pedagógicas e dar o exemplo. As escolas podem ter garrafas reutilizáveis e, até personalizadas, que os alunos podem adquirir e usar, enchendo-as nos bebedouros. Quando se esgotar o seu tempo de vida, devem ser recicladas, dando origem a novas garrafas. Uma garrafa de plástico demora cerca de 450 anos a decompor-se. Se cada um de nós usasse uma reutilizável, seriam cerca de 10, 11 milhões de garrafas a menos no oceano, certo? Se usarmos mais do que 1 garrafa por dia, veja-se quantas seriam a menos no oceano e assim sucessivamente… Uma outra ação que poderia ser levada a cabo era a promoção efetiva da reciclagem, através da definição de postos de recolha de materiais/lixo reciclável nos supermercados, escolas, empresas/outros, a atribuição de benefícios fiscais às entidades que se prontificassem a fazer a recolha e benefícios à população que procedesse à entrega dos resíduos para reciclar. Os benefícios da população poderiam ser vários, a saber: cartão com pontos a acumular; vales de desconto, entre outros. Assim, consoante o peso/quantidade de resíduos entregues, teriam os pontos respetivos para descontar. Infeliz ou felizmente, as pessoas se tiverem uma contrapartida, aderem às iniciativas. Se uma iniciativa é levada à cabo para, pelo menos, reduzir o lixo, sobretudo o plástico, no mar, salvando os oceanos , deve ser acarinhada e posta em prática, nem que para isso a população tenha que ter as ditas contrapartidas. Não queremos os "mares de plástico" ! Queremos salvar os oceanos e a vida humana!

Medida proposta 1.:

O lixo (resíduos diversos) particular ou empresarial posto à porta não deve exceder o peso máximo estipulado. Se exceder, haverá pagamento de coima. Fomentar, sobretudo, a redução de lixo, mas também a reutilização e a reciclagem.

Medida proposta 2.:

Acabar com as garrafas de plástico nas escolas. As escolas podem/devem disponibilizar garrafas reutilizáveis , quiça, personalizadas, incentivando e efetivando a diminuição do plástico

Medida proposta 3.:

Definição de postos de recolha de resíduos em diferentes instituições/entidades para reciclar. Benefícios fiscais para as entidades/instituições que recolhem os resíduos e benefícios para a população que os entrega, por exemplo, criação de cartão com pontos a acumular ou vales de desconto. Promoção da reciclagem e da consequente diminuição de resíduos nos oceanos.